O Altcore agora é Intermídias!

O Altcore agora é Intermídias!
O Altcore deu lugar a um novo blog, confira. O Intermídias é um espaço para se perceber, analisar e discutir as mudanças que as inovações tecnológicas, e os próprios os meios digitais, trazem à comunicação – em especial à prática publicitária.
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Open Source Alternative: encontre alternativas!

"Será que tem uma versão desse programa para Linux? E algum similar, será que tem?"

Esta é uma pergunta muito comum - especialmente quando feita por emigrantes do Microsoft Windows. É claro que existem "respostas automáticas" para ela: quando o usuário deseja navegar na WEB, é o Mozilla Firefox; quando ele precisa editar documentos, o Open Office; se ele quer editar faixas de áudio, o Audacity; desenho vetorial, InkScape; mas quando ele precisa de algo bem específico como editar vídeos ou montar DVDs de maneira amadora? Você não vai recomendar o Cinelerra não é? Não, você vai recomendar o Avidemux.

Retirado do Open Source Alternative:

Avidemux offers simple video editing for your PC, but packs many more features than that. This open source project is great for DVD/DivX converting and editing.

Eu não conhecia o Avidemux, mas não demorou muito para descobri-lo.

Dúvidas como esta podem ser sanadas com uma pesquisa no Google, mas, se você não quer perder tempo com páginas e páginas de resultados redundantes, basta entrar no Open Source Alternative.
A página é um banco de alternativas open source para os mais diversos programas (tanto proprietários quanto livres), basta indicar o nome do programa que você quer substituir que lhe é apresentada uma lista bastante completa de "genéricos".

Mais fácil que isso (quase) impossível.

Referências: Alternativas Open Source.

Ubuntu 9.04 Jaunty Jackalope: o que vem por aí!

Segundo Mike Shuttleworth, fundador da Canonical, a versão 9.04 do Ubuntu Linux, apelidada de Jaunty Jackalope, "pretende ser mais competitiva diante do Windows e dos Mac", contando com funcionalidades (ainda) mais próximas do usuário final - o que eu acho difícil, sendo bastante realista.

Com seu lançamento oficial agendado pra dia 23 de Abril, esta versão do Ubuntu já está bastante sólida - e sua interface, apesar de sua famigerada coloração, muito elegante. Uma de suas maiores novidades é a otimização dos processos de inicialização do sistema, com isso o tempo de boot baixa significativamente - o que, segundo o próprio Shuttleworth, contribuiria bastante para essa maior inserção do Ubuntu na competição dos sistemas operacionais. Visto que nas últimas versões do sistema este tempo só tem crescido - entre o Gutsy Gibbon, o Hardy Heron e o Intrepid Ibex, o que carrega mais rapidamente é o primeiro, o 7.10 - esta é definitivamente uma boa notícia.

A aparência do sistema mudou relativamente pouco. Não há um novo tema padrão ou novos ícones - esqueçam isso, por enquanto. O papel de parede é simples, para aqueles que não gostarem há uma alternativa bem diferenciada. A novidade aqui são os três novos temas que constam como alternativas ao padrão - temas bastante modernos, por sinal. São eles o Dust (imagem abaixo), o New Wave - em tons de cinza e preto - e o Dust Sand - que remete um pouco à interface do Mac OS X, com a predominância do cinza e até o velho semáforo disfarçado nos botões minizar, maximizar e fechar.
Outra feature bastante pautada por blogs especializados é o novo sistema de notificações do Jaunty. Integrado com todos os demais componentes do sistema (e ainda aplicativos outros), o Growl notifica grande parte das alterações de status do sistema, como ativação da rede wireless, podendo até exercer funções mais superficiais como exibir música tocando no player - tudo isso de maneira elegante e não intrusiva, já conhecida pelos usuários Mac.
A presença da versão 2.6 do ambiente gráfico GNOME, lançada recentemente, também não poderia deixar de ser citada. Vale a pena destacar aqui o aprimoramento da administração de múltiplos monitores e/ou projetores - o que até a presente versão não era muito eficaz.

Há também mudanças menos perceptíveis mais tão importantes quanto estas. O Ubuntu Linux 9.04 é baseado kernel 2.6.28.8, ou seja, o sistema de arquivos Ext4 é agora uma realidade - e sua performance é consideravelmente superior ao Ext3, utilizado pela última versão do SO. O Xorg server 1.6 também uma uma nova feature do Jaunty, com ele o suporte à "sessão gráfica" (ao modo visual do sistema, onde o operamos) será maior e melhor - contando com o suporte instantâneo às placas gráficas ATI R6xx/R7xx, por exemplo.

Grande parte das "aplicações de sempre" - Mozilla Firefox, Pidgin, Transmission, entre (vários) outros - foram atualizadas e surgiram algumas outras aplicações interessantes como o Computer Janitor, que vem resolver um problema antigo dos usuários linux em geral: a eliminação de resíduos de software. Sabemos muito bem que, ao desinstalar um programa no Linux ainda restam alguns pacotes residuais no disco rígido e tomamos providências para eliminá-los e livrar espaço; com o Computer Janitor basta apertar dois cliques e pronto.

Para aqueles que ficaram curiosos quanto às outras novidades no look do sistema, um screenshot tour (bem básico) foi feito pela Softpedia - de onde eu retirei todas as imagens aqui exibidas - e está disponível aqui.

Sem observações finais desta vez.
É ver para crer.

Referências: Ubuntu 9.04 Beta: Quick Look, Análise Ubuntu 9.04 Beta e Ubuntu 9.04 Beta Screenshot Tour.

Produção Gráfica em Software Livre

Realmente, ferramentas gráficas livres não são "infinitamente inferiores" às proprietárias, como eu pensava.


Quando falei anteriormente sobre o El Diablo Criativo, blog sobre design em software livre, ressaltei o trabalho fantástico que o RazGriz, mantenedor do blog, realiza com criação gráfica (exclusivamente) em software livre. Hoje, podemos conhecer mais a fundo o trabalho do RazGriz a partir e um texto bastante esclarecedor publicado por ele, que aborda particularidades da área de Produção Gráfica - inclusive com informações específicas, valiosas para quem atua profissionamente na área.

Há uma pequena introdução explicado exatamente o que é o campo da Produção Gráfica - que, resumidamente, seria "o conjunto de tarefas a serem executadas para que se obtenha o produto final impresso seja ele de qualquer natureza" - e muitas de suas funções constituintes. Para aqueles, como eu, que não conhecem muito bem as alternativas livres para aplicativos de manipulação gráfica, após essa pequena introdução há um levantamento de ferramentas livres indispensáveis (e suas principais funcionalidades), que atendem às necessidades dos criadores gráficos.

A publicação é extensa, mas a leitura vale a pena.

Referências: Produção GRÁFICA com software LIVRE.

Mais 44 programas gratuitos para Mac!

É, a saga continua.

Depois de publicar a primeira parte de uma coletânea que promete reunir 100 aplicativos totalmente grátis, o Hongkiat nos apresenta a continuação da coletânea, com mais 44 aplicativos (gratuitos, só para reforçar, e) úteis para os usuários Mac - que, por ironia, quando somados aos 51 da parte anterior, não somam 100, segundo minha contagem...

Mantendo a estrutura da primeira publicação, são apresentados todos os 44 programas acompanhados de suas screenshot e descrição, desta vez dividos nas categorias Security (segurança), Audio and Video (aúdio e vídeo), Graphics and Image (Gráficos e Imagem) e Internet and Utilities (Internet e Utilitários).
Como na relação anterior, nos atemos com muitos programas conhecidos como o Audacity (gravador e editor de sons), o VLC Player (reprodutor de vídeos com suporte a muitos formatos), o GIMP (editor de imagens, que eu, particularmente, não gosto), o Mozilla Firefox (precisa mesmo dizer o que é?), o Transmission (cliente de torrent muito utilizado no mundo linux) e o Vuze (cliente de torrent muito famoso sob o nome antigo de Azureus). Ainda há aqueles aplicativos meio "obscuros", mas que vale a pena dar uma olhada, como o: 

Handbrake (Audio and Video)
Converte DVD para MPEG-4.
 Inkscape (Graphics and Image)
Editor de desenho vetorial opensource - similar ao Illustrator, Freehand, CorelDraw, or Xara X.
Classic FTP (Internet and Utilities)
Faz download, upload, apaga e manipula arquivos em servidores remotos ou páginas da internet.
É indispensável a qualquer mac user conferir no Hongkiat o post original com a lista completa com os 44 programas - e, se você não conferiu a primeira parte da coletânea, eu lhe também encorajo a fazê-lo.

Referências: 100 Free Useful Applications for Mac (Part II).
Leituras adicionais: 100 Free Useful Applications for Mac, Part I.

2º Encontro de TI da Arteccom

O Fernando Valente tá ligado no 2º Encontro de TI, realizado pela Arteccom.


No dia 28 de março, vai acontecer a segunda edição do Encontro de TI, um evento destinado a desenvolvedores web que, ano passado, recebeu cerca de 700 participantes. Um plus da edição deste ano é o surgimento do seu caráter itinerante, passando por 9 cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte, Salvador e Recife - e, graças ao Fernando, teremos uma cobertura completa da edição no Rio de Janeiro. Neste ano, vamos contar com os palestrantes:

  • Guilherme Chapiewiski, da Globo.com, falando sobre frameworks;
  • Paulo Silveira, da Caelum, falando sobre arquitetura Java;
  • Paulino Michelazzo, da Fábrica Livre, falando sobre CMS's livres;
  • Fabio Akita, da Locaweb, falando sobre Ruby On Rails;
  • Marcelo Viana, da Add Technologies, falando sobre Flex e Ai.
Para nossos amigos do Rio de Janeiro e meus conterrâneos, de Salvador, seguem informações mais precisas.
Rio de Janeiro
Data: 28 de março de 2009
Local: Centro de Convenções SulAmérica
Endereço: Av. Paulo de Frontin, 1 - Cidade Nova - Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20260 - 010
Telefone: (21) 3293 - 6700
Como chegar


Salvador
Data: 24 de outubro de 2009
Local: Hotel Fiesta Bahia
Endereço: Rua Antônio Carlos Magalhães, 711 – Salvador - BA
CEP: 41.825-000
Telefone: (71) 3352-1475
Como chegar
Saiba mais informações e inscreva-se no website oficial do evento.
Aguardamos pelo relato do Fernando, que participará do evento juntamente com vocês.

eu estou mais ligado na outra novidade da segunda edição: também acontecerá o Encontro de Webdesign, que está em sua 14ª edição, vai ser realizado paralelamente nas mesmas datas e locais, mas em ambientes separados. Você vai comigo? Inscreva-se acesse a página oficial do evento.

Referências: 2º Encontro de Tecnologia da Informação e 14º Encontro de Webdesign.

Afinal... o que é Ubuntu?

Eu falo bastante do Ubuntu Linux aqui no Altcore, mas nunca parei para explicar (aos leigos) o que ele é exatamente. Hoje o Fernando Valente, nosso colaborador, resolveu fazer isto por mim.

Ubuntu é o nome da distribuição Linux mais fácil de usar que existe.
Para os novos no assunto: Linux é 100% de graça e é fácil de usar! - e claro que não existem cópias piratas do sistema; afinal como é possível piratear o que é grátis?
Algumas pessoas com certeza vão querer me mandar para um hospício por isso, mas é a verdade: Linux, principalmente o Ubuntu, é mais fácil de usar que o Windows. A única coisa que é realmente difícil é instalar os pacotes .tar.gz e .tar.bz2, mas hoje já existe o Synaptic e gerenciadores de pacotes DEB, RPM entre outros tipos. O Ubuntu é fácil porque não é preciso resolver quase nenhum problema e a instalação, além de rápida, é muito mais intuitiva que a do Windows XP e das versões deste sistema.

 
Ok, agora vamos falar sobre os CDs de graça. Se você pedir pelo site oficial da Canonical, empresa desenvolvedora do Ubuntu, ela te manda um ou mais CDs sem nenhum custo - até o frete eles pagam! Os CDs chegam mesmo, já recebi duas cópias do Ubuntu 7.10 e uma da versão 8.10 (a ultima versão estável).
Também é possível pedir o CD de algumas variações do Ubuntu como por exemplo o Kubuntu (Ubuntu com KDE) e o Edubuntu (versão educacional do sistema). Eles vem todos bonitinhos, com capinha, silk screen e instruções básicas de uso.

É uma boa alternativa para quem quer conhecer algo diferente duma bosta chamada Windows sem ter que passar por maus bocados ou quem é contra pirataria. Caso queira testá-lo antes de instalar é só usar em modo LiveCD (no qual o sistema roda direto do CD) ou instalar o Ubuntu em uma máquina virtual.

Para pedir o CD clique aqui - é necessário fazer um cadastro.
E vale lembrar que demora um pouco para chegar o CD.

Imagine if Software was like a car!

"I'm a Mac", sim.
"I'm PC", beleza.
E "I am Linux"?

Enquanto a Apple e a Microsoft avançam com suas campanhas, respectivamente, premiadas e milionárias, não vemos uma única peça publicitária para nosso humilde Linux - exceto algumas (raras e muito interessantes) da IBM e outras (ridículas) da Novell.

Isso não passou desapercebido pela Linux Foundation, que, em uma iniciativa repleta do espírito de colaboração do software livre, encontrou uma maneira (diferente) de entrar nessa briga: há alguns meses atrás, foi o lançado "We're Linux Contest". Um concurso que escolheria (por voto popular) um anúncio publicitário oficial da fundação dentre vídeos (a la os VTs da campanha Get a Mac) enviados por usuários (e simpatizantes) do sistema.

Hoje, (diferente do que eu pensei na época) a iniciativa já conta com uma grande quantidade de participantes, mas aqui falaremos de apenas um deles: o vídeo, "Imagine if Software was like a car!" da 4Linux. E porque detacá-lo entre tantos outros? Simplesmente porque o vídeo da 4Linux, empresa especializada em Linux e Software Livre, é único vídeo brasileiro do concurso.


“Nosso vídeo foi gerado 100% com ferramentas livres (Gimp, Cinelerra, Kino, ...) e procuramos de uma forma bem humorada e com poucos recursos financeiros inserir o Linux no contexto da campanha milionária 'I am MAC – I am PC'. Acredito que conseguimos” diz o Eduardo Brito, Gerente de Marketing da 4Linux.

Temos que admitir: talvez marketing não seja um ponto forte dos usuários/empresas da área, mas o vídeo até que ficou bem legal. Então vamos votar e ajudar os coleguinhas.

Referências: Vídeo Brasileiro está concorrendo no concurso da Linux Foundation.

iPhone e iPod Touch no Linux

Já você já tentou sincronizar os arquivos do seu iPhone\iPod Touch com seu Linux? Não, não dá.
Ou melhor, não dava, até pouco tempo atrás.

Para os felizes usuários do Ubuntu Linux (que pode não ser a melhor distribuição Linux, mas com certeza é a que tem um suporte mais extenso e completo) a solução chegou - por mais que ainda seja meio "precária".
Agora, na documentação oficial do Ubuntu, já está disponível um guia que ensina a realizar esta sincronização entre a distribuição linux e os gadgets da Apple - tanto com o firrmware antigo (1.x), quanto com o novo (2.x).
 
A solução não é muito simples - e definitivamente não é para aquele usuário newbie.
Mas, o esforço vale a pena se você é um usuário linux convicto - afinal, pelo menos você poderá, desta forma, transferir seus dados para o(s) aparelho(s).
 
Referências: iPhone e iPodTouch no Linux e Using an iPhone or iPod Touch with Ubuntu.

Animando com o Blender

Eu acho que eu já falei isso aqui antes, mas, repito para os que não leram ou não acreditaram:
"O Blender não é tão difícil assim..."

As palavras podem ser as mesmas, porém o contexto é muito diferente.
O Mango Jambo - sim, o mesmo cara que fez um vídeo-turional ensinando a fazer apresentações de slides no Blender - fez uma pequena publicação com dicas excelentes para aqueles que querem se iniciar na "área de animação de personagens em Blender".

Vocês sabem que o Blender é uma ferramenta muito poderosa para animação, e diferente de seu tutorial anterior, o Mambo Jambo ensina como explorar um pouco do potencial do programa a partir de um rig simples, que torna "torna o trabalho de animação muito mais rápido e prático".
Confiram o post original  - onde você pode, inclusive, fazer o donwload do vídeo acima.

Referências: Um personagem bem fácil de animar.

Apt-get? Como é que usa isso?

O terminal não é um mostro - as vezes ele é assustador, mas não é para tanto.

O apt-get também não é um monstro.
Nesse tutorial do Fernando Valente, novo colaborador aqui do Altcore, você vai aprender a usar o apt-get no Linux.

O apt-get é uma linha de comando beeeeeeem simples que pode ser usado por alguém que possui um QI de 30! Com o apt-get é possível instalar programas baixando-os direto de um repositório. Todas as distribuições baseadas no Debian possuem isso. Também é possível instalar o apt-get em outras distribuições como o Fedora e até em outros sistemas operacionais, como o Mac OS X. Para começar abra o terminal.

Digite sudo apt-get update para atualizar a lista de pacotes. Ele vai pedir a sua senha de root.

 Esse comando é necessário pois atualiza a lista de pacotes disponíveis. O apt-get pode não funcionar caso você não use este comando primeiro. Suponhamos que você viaja para uma cidade que você não conhece e quer achar um restaurante, se você pegar um mapa de 10 anos atrás, muita coisa pode ter mudado, assim você vai naquele lugar e não acha nada, além do mais novos restaurantes podem ter sido inaugurados. O que este primeiro comando faz é simplesmente atualizar o "mapa" de pacotes. A estrutura do comando e muito simples:

sudo apt-get --> diz que você quer usar o apt-get.
update --> É a sintaxe que atualiza o "mapa".

Agora digite sudo apt-get install nomedopacote, no caso estou instalando o AbiWord(um editor de textos), então vou digitar sudo apt-get install abiword, outros exemplos seriam digitar firefox para instalar o Mozilla Firefox, alien para instalar o Alien ou wine para instalar o WINE, no lugar do abiword.
sudo apt-get --> indica que você quer usar o apt-get
install --> significa que você quer instalar um programa

Depois ele vai te informar sobre o tamanho em disco do pacote, digite y para instalar ou n para não instalar. Não sei se isso vária, mas como estou usando o Ubuntu em inglês, ele pediu y ou n.
 

Agora ele vai dizer o estado da instalação, não precisa prestar a atenção.
 
Quando tudo acabar é só fechar o terminal que o programa já foi instalado.
Valeu Fernando!

Windows 7? Não, KDE4.

"É o Windows? Claro que é, sem dúvida!"
Adivinhe só... não era.

"O que as pessoas pensariam do Windows se ele não fosse o Windows?"
Foi essa a pequena indagação, despertada pela enorme semelhança entre as interfaces gráficas do Windows 7 e o KDE4, que levou Chris Duckett e Alex Serpo, jornalistas da ZDNet Austrália, a saírem pelas ruas perguntando as pessoas (comuns) o que elas acharam do "novo Windows"... mas mostrando para elas o KDE4

Bem, aparentemente, o KDE4 mandou bem: vários dos entrevistados ficaram bem impressionados com a "nova versão do Windows". Porém, o mais interessante foram as justificativas para a simpatia deles com o sistema - argumentos que vão diretamente de encontro com aqueles contra a utilização de uma distribuição Linux por um usuário final. Alguns dos melhores comentários foram sobre o desempenho do sistema: “… melhorou principalmente na velocidade ao rodar muitos aplicativos, eu tenho o hábito de rodar vários aplicativos ao mesmo tempo…” e sobre a sua "usabilidade": "Sim eu mudaria, parece muito mais fácil" e “É muito mais fácil de usar, usaria sim, por que não?”.

O pior de tudo é que nenhuma das pessoas abordadas pela dupla nem sequer reparou que não se tratava do novo Windows 7. Tudo bem, sabemos muito bem que o Linux não é sistema operacional mais popular do mercado, então as pessoas não teriam a obrigação de reconhecê-lo, mas, o que realmente espanta, é ninguém ter questionado o K gigante no lugar do "botão iniciar" (ou da "marca arredondado" do Windows se você for um Vista-user). Será que elas ficaram vaculhando repetidamente a palavra Windows mentalmente para ver achavam um K nela?

Uma palavra: preconceito.

Referências: Windows 7 ou KDE 4? e Vídeo: Trata-se de Windows 7 ou KDE 4?.

Amarok 2.1: chegando lá!

Depois de um lançamento precipitado (para o KDE4), a versão 2 do Amarok tomou um rumo bem diferente... mas que rumo foi esse?

A galera do blog Padoca Virtual, que acompanha o programa desde seu início, fez um relato bem completo sobre as novas features da versão 2.1. O post mostra, de forma bem descontraída, o changelog dessa versão, contando ainda com incursões opinativas e comparativas, descrições, explicações, fotos e vídeos de cada uma das novas funcionalidades do reprodutor de músicas.
A título de curiosidade, vou apontar (apenas) duas mudanças que me chamaram bastante a atenção:

  • Edição rápida e prática da playlist
Agora as playlists podem ser customizadas usando um editor simples mas poderoso, e esta solução é a melhor que já vi em qualquer player
  • Replay gain mode
 

Hum, tio? O que exatamente é essa parada aí de “replaygain”?

Boa pergunta! Por acaso já lhe aconteceu de estar escutando uma música calma, alguma coisa como marisa monte ou enya e de repente seus tímpanos irem parar no apartamento do lado, pq o seu player pulou para um prodigy a todo volume ou pra quem gosta, um funk pancadão? Pois é, se vc não consegue escutar mais nada sem ajuda auricular é porque NÃO usou o replaygain. Porque o que ele faz é analisar os arquivos de áudio e calcular um nível de decibeis ótimo para cada um, assim quando vc tocar os mesmos, o amarok possa ler esse dado e mudar o volume de acordo com cada um, preservando a sua capacidade auricular.
Quer saber mais? Vale a pena dar uma conferida no post original com o relato completo.
Bem, como eu sistema principal é o Ubuntu eu continuo firme com o Songbird, mas vontade de testar não falta...

Referência: Amarok 2.1 - back to the future. (versão em Português).

Glassy Bleu: beleza pra seu GNOME

O tema padrão de sua distribuição é feio?
Dê uma olhada no Glassy Bleu!

Se você já viu o HP Mini 1000 - o mini-laptop (ou netbook) da HP- com o Ubuntu embarcado, você já deve ter visto o tema (muito bonito) que vem com ele. Por algum motivo (desconhecido), o tema estava disponível para os usuários do Ubuntu Linux, até que, muito recentemente, o Wyliam Vassoler, do blog Usuário Final, o disponibilizou para os usuários as demais distribuições (com GNOME).


Como é possível observar, o Glassy Bleu, cujo design é obra da própria HP, é muito bem acabado e original - apesar das "pesadas inspirações no Windows Vista, o Glassy Bleu ganha originalidade em suas linhas luminosas que dão um ar de movimento em sua janela", nas palavras de Vassoler.

Porém o design não é seu único ponto forte: a qualidade não fica atrás - afinal a HP tem que prezar por sua assinatura. Algo que não pode deixar de ser ressaltado é a afirmação do autor: "Até agora não tive nenhum problema com o tema." Porque? Porque temas bonitos existem aos montes na internet, porém uma parte bastante significativa deles (seja por defeito ou dificuldade no processo de instalação) acabam por tornar-se falhos - e isso alego com base em experiências próprias.

O download do tema por ser feito na página do Usuário Final no DeviantArt - e há algumas instruções breves para sua instalação no post original do autor.

Referência: Glassy Bleu para todos.

DigiBand: seja um linuxer rock star...

Continuando aquela série de publicações dedicadas aos usuários Linux (e Mac) e suas constantes reclamações referentes a jogos para estas plataformas, apresento-lhes DigiBand.

Apesar de seu nome nada criativo, o jogo é um simulador de instrumentos musicais bem legal - com uma estrutura bem familiar para os fans de Guitar Hero. Mas, uma característica muito curiosa do jogo é que estão disponíveis para o jogador dois instrumentos (bateria e guitarra), mas ainda há a possibilidade de três jogadores tocarem simultaneamente (o que penso ser um de seus diferenciais).

Bem, como vocês podem observar, a interface do jogo não é tão elaborada quando a de Guitar Hero ou de Rock Band, mas temos que lembrar que estão falando apenas da sua primeira versão (estável) então muitas coisas a serem mudadas - sem contar que elementos interessantes como o videoclipe na tela (ao invés daqueles bonequinhos toscos que sempre fazem os mesmos movimentos).
 
DigiBand está disponível para Linux e Windows - sim, ainda não há versão para Mac (mas, considerando que seu código fonte é aberto, isso pode não demorar muito). Para fazer o download, ou simplesmente saber mais sobre o jogo, dê uma olhadinha na página oficial do projeto - para os usuários (iniciantes) do OpenSUSE eu também recomendo o artigo Digiband - Drumming & Guitar simulator in openSUSE, do SUSE Geek, que ensina a instalar o programa.

Referências: Digiband - Bateria e Guitarra para OpenSuSE, Digiband - Drumming & Guitar simulator in openSUSE e DigiBand by: Seijinohki Soft (página oficial).
Leituras adicionais: Digiband - Drumming & Guitar simulator in openSUSE.


El Diablo Criativo é um blog sobre design, mantido por um Diretor de Arte, chamado RazGriz, que trabalha exclusivamente com software livre - e faz um ótimo trabalho com essas ferramentas. Eu acreditava que aplicativos de manipulação gráfica proprietários (mais especificamente a suíte Adobe) eram infinitamente superiores às suas alternativas livres, mas o que vi neste blog me fez mudar de opinião - ainda que o InDesign, o Illustrator, o Photoshop não tenham deixado de ser minhas "meninas dos olhos", é preciso admitir que o diferença não é tão grande quanto eu imaginava. E o melhor é que o blog possui um vasto acervo de tutorias e dicas bem interessantes sobre a prática da criação gráfica - inclusive um listão de recursos (imagens, fontes e pincéis) disponíveis para download; então, se você estuda o assunto, as informações que lá constam são valiosas.
Palavras do autor
"RazGriz é Diretor de Arte e desde 2002 trabalha apenas com software livre por considerar a performance de tais ferramentas superior e não por questões ideológicas, apesar de o mesmo apoiar o desenvolvimento e o modelo de sustentabilidade proposto por tal movimento.

Razgriz contribui com a causa escrevendo vasta documentação regida pela licença GNU-FDL hospedada em sites diversos da “comunidade” e também ministrando mini-cursos/cursos em eventos diversos sempre que é convidado.
Razgriz criou este blog para que você tenha a oportunidade de transformar todas as informações aqui depositadas em conhecimento, então aproveite bem este espaço e bons estudos."

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Blender: criando uma apresentação de slides em vídeo

O Blender não é tão difícil assim...

... ou é; mas o Mango Jambo, do blog de mesmo nome, fez um tutorial (em vídeo) demonstrando como se faz uma simples apresentação de slides (em vídeo) de um modo não-tão-complicado-assim.

O Blender é uma ferramenta poderosa (e livre) para animação, principalmente em terceira dimensão, mas (não se desesperem) apenas o Video Sequencer é utilizado no tutorial, como o autor explica, não são abordadas as "funções avançadas, apenas o necessário para se fazer o vídeo com Slide de imagens."


Como vocês puderam ver, o tutorial é bem detalhado e ainda mostra, mesmo que rapidamente, outras possibilidades que podem ser exploradas com o software. Querem fazer o download do vídeo? É só dar um olhada no post original e escolher entre os links (e formatos) lá presentes.

Referências: Blender Tutorial - Como criar um simple slide de fotos no Video Sequencer do Blender (Portuguese) on Vimeo2.

Plágio? Claro que não! Só inspiração...

Algum de vocês já viu a interface gráfica do Windows Seven? Não?!Se vocês conhecem o KDE4, então já viram sim a nova aparência do Windows Seven...

Se o caro leitor é um daqueles que criticam a comunidade do software livre e a acusam de plágio, segue aqui uma pequena, mas saudável, recomendação: olhe um pouco para o seu próprio umbigo.
Críticas deste cunho, principalmente relacionadas com as interfaces gráficas das distribuições Linux, são muito comuns, até dentro da própria comunidade, e há cismas profundos nesta discussão. Uma das principais problemáticas é quanto ao K Desktop Environment (KDE) e sua origem (e permanência até a versão 3.5, segundo alguns) enquanto um simples imitação da interface gráfica do Windows. Mas temos de convir que a história não é tão simples assim, afinal o próprio Windows não foi tão original em sua época. Sua interface foi apenas uma cópia piorada do Macintosh; que, por sua vez, foi o resultado aprimorado dos trabalhos desenvolvidos pela Xerox (baseados no conceito e nos protótipos de Douglas Engelbart). Resumindo: é impossível afirmar, de maneira tão simplista, que o KDE foi (apenas) uma cópia.

Não cabe a mim discutir posicionamentos nesta "briga de cachorros velhos", trago apenas mais "provas" que apontam, no mínimo, para uma dúvida razoável quanto a validez esta discussão. Todos sabemos que a a criatividade da Microsft é bastante limitada e são famosas suas cópias inspirações - por exemplo, na Apple, seja no passado (como vimos) ou no presente (com os leves toques do Mac OS X no Vista, apontados por David Pogue). O último insight para o Windows foi claramente provindo do KDE4 - que, depois de doze anos de existência, já possui (ou possuía) uma identidade própria.

(Windows Seven)
 (Conectiva Linux com KDE4)
Como dizem: "Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão."

Referências: KDE, chama o jurídico: o Ballmer tá de olho…
Leituras adicionais: A vida imita a arte... e Um rosto bonito para seu Linux.

Daqui a pouco a Apple toma outro chute cataclísmico...

E mais uma barreira se quebra: o pessoal da iPhone Dev Team conseguiu rodar o Linux no iPhone. A única surpresa aí foi a demora...

Steve Jobs é genial, isso é inegável, mas também é cabeça-dura... bastante cabeça dura. Da mesma maneira que ele revolucionou a história da computação (e do mundo, na verdade) com o Macintosh, ele revolucionou a telefonia móvel com o iPhone. Mas, o que ele vai ganhar? Um Prêmio Nobel?
Não, ele vai ganhar outro chute cataclísmico.

Porque "outro"? Porque seu traseiro foi apresentado ao duro pé do mercado nos anos 80, quando a Microsoft desenvolveu uma cópia barata do Mac OS (e do que ele tinha de mais valioso: sua interface gráfica) e a fez compatível com qualquer computador pessoal - o trunfo da empresa já que o Mac OS só funcionava (ou melhor, funciona) no hardware da própria Apple. Essa "pequena" diferença popularizou de forma inacreditável o Windows e deixou para o Mac um marketshare insignificante - o que ocorre até hoje, por piores que as versões mais novas do sistema sejam.

O iPhone mudou o mundo - alguns podem discordar, como fizeram da utilidade de um computador pessoal em seus primórdios, mas isto é um fato. Ele foi o primeiro aparelho a possuir todas as funcionalidades que possui e é reconhecido por isso. O iPhone, hoje, é quase venerado - e não sem razão, afinal tanto seu hardware como seu software são impressionantes. Porém, o que é o iPhone? Nas palavras de Mauricio Moraes, da revista Info, o iPhone não passa de "um celular fechado com um sistema também restrito. E o que é o Android? Um sistema que pode ser usado em qualquer smartphone." A Microsoft hoje não é o perigo... é a Google.

A notícia que iniciou o post (ainda) não tem valor algum senão para embasar essas afirmações: o linux testado no iPhone (ainda) é praticamente inútil - sim, inútil mesmo; ele não possui vários drivers, som, wireless, touchscreen, acelerômetro e vários outros componentes...

Mas o ponto aqui não é a utilidade do sistema em si, mas o fato de que ele já está rodando no iPhone. Assim sendo, é apenas uma questão de tempo até que consigam instalar o Android no aparelho - e, com certeza, muitos desenvolvedores linux, ao redor de todo o mundo, já estão trabalhando nisso; umas das vantagens de se contar com uma comunidade livre.
Convenhamos que aparelhos bem interessantes já estão chegando no mercado. O Nokia N97 é um exemplo disso: o aparelhinho roda Symbian, conta com 32GB de memória interna, câmera fotográfica de 5mp (com lente Carl Zeiss) e, entre outras várias características, também suporta flash e a funcionalidade "copy and paste" - além de ter um teclado físico, o que, para redatores e aqueles que usam o aparelho para trabalho, conta como ponto extremamente positivo.
E o Android também está ganhando mercado: a HTC, fabricante do G1 (primeiro celular, bem experimental, com o sistema da Google) prevê a venda de 1 milhão de unidades ainda neste ano.

Vários aparelhos e um sistema operacional compatível com todos eles.
Me parece um fórmula bem conhecida...

Referências: O Android vai destruir o iPhone, See Linux Running on the iPhone e Esse sim, é um iphone killer.

Digam "Oi" ao Songbird 1.0!

Depois de 3 anos, o Songbird chega a sua versão 1.0!

Bem, para quem nunca ouviu falar, o Songbird é um reprodutor de músicas gratuito (e open-source). Seu diferencial de tantos outros programas da mesma categoria é sua base no navegador Web Mozilla Firefox, permitindo que ele funcione não apenas como player, mas como navegador e downloader - tudo com uma interface bem simples e intuiva (que, desde o beta 0.7, lembra a do iTunes).
Usuário do Songbird desde sua versão 0.4, meu destaque vai para o fato do player, assim como o Firefox, ser totalmente personalizável: o usuário tem a total liberdade de alterar o visual e as funcionalidades do programa a partir da instalação de add-ons (complementos) - e, com o installer integrado do programa, fazer isso é moleza.
Com esses complementos, além de deixar o programa com uma aparência diferenciada é possível adicionar funções muito interessantes como integração com o Last.fm (assim as músicas executadas são registradas no seu perfil do Last.fm e as capas dos CDs são exibidas na janela do player) ou o mashTape (que faz uma varredura na internet por fotos, vídeos, biografias e notícias relacionadas à música escutada no momento) - entre outras várias funcionalidades.

O Songbird é leve, gratuito, multiplataforma (ou seja, tem versões para Linux, Mac e Windows) e funciona. Saiba mais e faça seu download na página oficial do Songbird.

Referências: Songbird 1.0 is Here! e Songbird chega, finalmente, à versão 1.0.

Mandriva 2009: o linux melhor que nunca

"A meu ver, é certamente a mais amigável distribuição Linux já feita, até mesmo para usuários absolutamente leigos, e também a mais completa e otimizada distribuição Linux para desktops, unindo de uma forma muito eficaz robustez, leveza, segurança, e acima de tudo estabilidade." (Frase de gmazk, do DBit.)

Bem, há algumas dias atrás falávamos de Linux e de leigos e, hoje, terminei por me esbarrar em um post no DBit que falava sobre a distribuição Mandriva One 2009 e as características que o fazem um bom sistema para iniciantes. Fiquei realmente impressionado com as considerações do autor e - principalmente por se tratar de uma distribuição que eu já usei e gostei bastante - não pude deixar de colocá-las aqui.

Como não vejo necessidade de mudar uma vírgula no texto, tomei a liberdade de selecionar algumas partes post original (que considerei mais relevantes) e citá-las integralmente, alterando apenas sua ordem - tenho certeza que o gmazk não se sentirá lesado de qualquer forma porque atribuo totalmente a ele os créditos deste texto muito bem elaborado, tanto na parte técnica quanto na escrita em si. 
 "O sistema operacional Mandriva One 2009 é distribuído no formato LiveCD, o que significa que você pode rodar ele em sua máquina, conhecê-lo e testá-lo sem modificar absolutamente nada em seu atual sistema, apenas iniciando sua máquina com o LiveCD no seu drive de CD ou em um pendrive."
 "(...) é uma distribuição extremamente bem desenvolvida e de altíssima qualidade, como por ter, a meu ver, um diferencial importantíssimo no que diz respeito à utilização do sistema por pessoas que nunca sequer tiveram contato com Linux (diferencial que a maioria das pessoas atribuem erroneamente apenas ao Ubuntu, que a meu ver não consegue atingir a mesma qualidade e facilidade de utilização que o Mandriva One 2009 possui)."
"O reconhecimento e suporte a hardware da distribuição se mostrou fantástico. Ele reconheceu todo o hardware das quatro máquinas em que já instalei o sistema, inclusive o hardware do meu recém chegado netbook EeePC 1000H (...)"
"Um dos detalhes que chamou minha atenção, foi o cuidado que os desenvolvedores tiveram em implementar uma funcionalidade que apresenta ao usuário no momento da instalação a opção de remover automaticamente todo o suporte a dispositivos de hardware que sua máquina não possui. Desta maneira, o instalador otimiza ao máximo o sistema para a máquina em que está sendo instalado, sem que o usuário tenha que ter conhecimento técnico sobre sua máquina ou sobre Linux, e sem que tenha que tomar nenhuma decisão complexa."
"Além de todas essas vantagens, a funcionalidade da distribuição que mais me chamou a atenção foi o Mandriva Control Center (ou Centro de Controle Mandriva), que é um utilitário que permite até mesmo ao usuário mais leigo, administrar quase tudo que existe em seu sistema… Ele torna super fácil e rápido (no bom estilo clique, clique, e pronto) configurar e implementar funcionalidades como gerenciamento e configuração de hardware, gerenciamento e configuração de rede, administração remota, ferramentas de compartilhamento, ferramentas de segurança, etc… É uma central de gerenciamento do sistema muito bem organizada e de utilização muito fácil, com uma boa orientação para guiar o usuário de forma super simples na implementação e configuração de tarefas que poderiam representar um pesadelo para iniciantes em outras distribuições."
"Mais um detalhe que me impressionou bastante no Mandriva One 2009, foi a facilidade de configuração e administração de TODO o sistema, sem a necessidade de fazer absolutamente nada via comandos de texto no terminal."
Tudo que havia para ser dito foi, efetivamente, dito. Convido então os interessados (e os curiosos) a conferir o post Mandriva One 2009 - *O* desktop Linux - a versão original, com as impressões do autor na íntegra.
Mesmo sem ter testado o sistema (ainda), minha experiência com as versões passadas no Mandriva me permitem concordar completamente com o gmazk - em meus testes ele se mostrou um sistema operacional tão maduro (e, principalmente, estável) quanto o Ubuntu, senão mais.

Se fosse feito por mim, talvez esse fosse mais um post da coleção "o Linux não é um 'lobo mau' tão feroz quanto aparenta", mas, como não foi, talvez soe menos pretensioso.
"Para quem nunca utilizou essa distribuição, e PRINCIPALMENTE para quem nunca utilizou um sistema operacional Linux, recomendo que façam o download desta excelente distribuição e experimentem."

Referências: Mandriva One 2009 - *O* desktop Linux.